RGB: As cores da sua TV. As cores da sua vida. E o cinza? As vezes, nada é tão colorido quanto parece...
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Tempo
resisto.
Tentando compreender o que me cerca,
persisto.
Observando o mundo a minha volta,
o tempo passa.
E não volta, jamais.
Cada beijo, cada palavra dita ou não dita
Maldita!
Cada linha não escrita, absorvida dentro de si
dentro de mim.
Arrependo-me delas.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Telefone
Oi, eu te liguei hoje. E sim, você me atendeu de uma maneira estranha. E sim, você cumpriu o prometido, retornando quando disse. E não, você não veio conversar comigo. Você está procurando manter distância. E sim, isso dói. E muito. Sei que está tentando colar seus cacos, mas eu também preciso cuidar dos meus. Eu usei super bonder, aquela cola forte. Mas a minha é a base de chocolate e fotografias panorâmicas do campus que mais gosto da faculdade. Sabe, eu tô tentando me aproximar o quanto posso de você, mas isso só tá te afastando mais. E tá doendo. E muito. Eu me sinto frustrado toda vez que ouço um não seu. Não vou te ver, não tô afim. Mas não quero ouvir um não, eu não te amo. Sei que você ainda sente esse amor por mim. Esse amor que dói no seu peito, que dói no meu peito. E é complicado. Mas é lindo.
É isso.
(Desliga o telefone)
Tempestade
Lava minha alma das impurezas e deixa em mim apenas aquilo que é bom.
Apenas aquilo que trará meu amor de volta pros meus braços.
Pro calor do meu peito.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Gatos
domingo, 17 de novembro de 2013
Sorte
Não jogo dados.
Mas acredito na sorte.
Não sei jogar buraco, pôquer ou qualquer jogo de cartas.
Mas sei que de vez em quando ela sorri pra gente.
E quando o faz, sorrimos de volta.
A sorte está perto de mim.
sábado, 16 de novembro de 2013
O Silêncio da Montanha
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Sensibilidade
Aproveito-me de sua companhia nesse momento. Porque só você pode partir meu coração.
Só você tem esse direito. Só você saberia faze-lo com uma delicadeza ímpar.
Depois disso, eu juntaria todos os cacos e colocaria numa caixinha.
E guardaria, para sempre, pertinho de mim.
Bem perto mesmo.
Talvez colocasse sobre meu piano, ou sobre a cômoda.
Poderia colocar em cima da vitrola da sala, porque lá, cada música saberia ler cada pedaço.
Seria mágico, seria perfeito, seria lindo.